Dando crédito à velha confiança no tempo
Acabei pisando no destino.
Agora talvez haja mais crença, não pratico mais (tanto) o eu-lírico.
Não houve o por quê do iniciar das reticências, que ao se transformarem com este segundo ponto corrido, cancelo já sua permanência na displicência da espera, logo à seguir formando matéria.
Não houve porque considerar o tempo, mas do mesmo jeito há a relatividade de resposta e questão, agora que não é mais só minha; portanto usufrua deste - também é obra de suas mãos.
E não há porque suspeitar, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Bem-vindo ao seu espelho alheio!
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Não houve necessidade, mas porque não um devaneio?
quarta-feira, 20 de junho de 2007
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